Imaginem a situação: 

Em um bar local de uma cidadezinha do interior de Sp, haviam três amigos que bebiam e riam, que em um momento de loucura (as duas garotas), decidiram mandar bilhetinhos pra dois caras interessantes que haviam no bar.

Era de se esperar que não resultasse em nada, contudo uma das garotas estava determinada a ser notada pelo cara de tatuagens nas panturrilhas.

Ela se levanta da mesa que estava com os amigos, e vai de encontro a roda de amigos onde estava o garoto. E, com a maior simplicidade, encarou o garoto e peguntou:

– me da um cigarro?

Não que ela fumasse, apenas Tava puxando assunto com o garoto. E, após ele deu, ela apenas saiu

Depois de um tempo, o garoto foi de encontro com a garota (a qual estava encarando ele discaradamente), e acabaram se beijando.

Ele pergunta se havia sido ela que tinha mandado o bilhete.

Ela: sim, não achei que notaria de outra forma

Ele: fato, não teria notado você

Depois de um tempo se encontrando, se estranhando, e se afastando.

Ela se apaixona pelo garoto. Ele havia sido o primeiro que deixava insegura, irritada e, ao mesmo tempo nas nuvens. E, para completar a satisfazia na cama como nenhum outro homem

Ele nesse período havia amado outra, necessitado dela pra apoio quando terminaram e quando essa deixou o mundo. Decidiu que gostava da garota como amiga, ela estava sendo sua melhor amiga

No final, ela apenas se cansou da sua eterna trouxisse. Apenas não sabia como deixar ir algo que a fizera bem e mal ao mesmo tempo. 

Talvez tenha apenas desistido de correr por algo que nunca lhe seria dado. Algo que nunca lhe pertenceu, apesar de parcas vezes acreditar no talvez. 

Depois de dois anos, admitiu pra si, nunca teria o coração do garoto. Ele era muito gentil pra dar-lhe um choque de realidade, e abandoná-la  

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